Para se fazer um bom uso das tecnologias é preciso muito mais do que técnicos!
Embora esta decisão esteja nas mãos dos
gestores políticos e de seus técnicos que decidem “o que e como fazer”. Precisamos nos posicionar com respeito ao uso das tecnologia como nos aponta Paulo Freire de que "o indivíduo deve assumir-se como sujeito produtor do saber e não como mero objeto por ele formado." Isto só será possível
na medida em que houver um maior envolvimento dos docentes, dos pedagogos como articuladores e projetistas e não apenas usuários críticos do sistema.
Sabemos que os estudos a este respeito estão dando um outro enfoque e estão bem avançados desde a época da criação dos computadores tentando
desmistificar a ideia de dominação exercida pela classe burguesa ao se fazer uso
das tecnologias, o poder e fascinação que a tecnologia exerce sobre as pessoas ainda
continuam incógnitos,o autor Almeida (1988) reforça que os objetivos econômicos da
microeletrônica foram sempre industriais antes de serem educacionais. Assim sendo, a tendência
da microeletrônica foi e sempre será a de reproduzir
os seus espaços e ampliar sua
capacidade de manipulação, pela rapidez dos processos e economia de tempo,
fruto do capitalismo sem dúvida. (ALMEIDA,
1988, p.36-8 ).
